O beijo roubado, por Alisson Carvalho

Sérgio Neto

Um ruído, o vento entrando pela janela, folhas do último outono apodrecendo no fundo do baú esquecido. Perdi-me divagando, quantas cerejeiras vi florindo? Cerejeiras não nascem no Nordeste, corrigi-me mentalmente, eram ipês amarelos. Sentei-me no chão, sobre o tapete empoeirado, observei as cartas espalhadas pelo quarto sem nenhum cuidado. Coloquei a cabeça apoiada nos joelhos, encarei-me no reflexo do pedaço do vidro estilhaçado, quebrar espelhos faz de você um amaldiçoado?

Isso explicaria tudo, uma maldição desalinhando os fios que insistentemente eu tentava tecer…

(Leia o conto completo no livro Trinca Vidro)

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