Rascunho 2

Meus silêncios são tempestades

nas águas calmas do teu peito confortador.

Queria eu, ser o motivo das borboletas

que voam, serenas, no teu estômago gélido, inóspito,

no teu abraço, mórbido e frio, que me desesperou.

Conformado dos limites de não ser também alado,

tento te apreciar tácito

e sempre rindo num timbre de perdedor.

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